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Os sete maiores "mistérios" de Chaves

on 23:13

1 – O que tem no Chaves que faz todos rirem mesmo sabendo o que vai acontecer?

Mensagens subliminares? Bem, alguns dizem que seria pelo humor ingênuo, a inocência passada sem nenhuma piada machista ou de duplo sentido.

2 – Porque Seu Madruga sempre deveu exatos 14 meses de aluguel?

Se pararmos para pensar o seriado é longo, o que dá a impressão de uma cronologia Mas se pensarmos melhor, veremos que nenhum episódio apresenta continuação, com exceção dos episódios especiais, como o de Acapulco. O que nós faz crer que não há passagem de tempo na série.Se pararmos para pensar o seriado é longo, o que dá a impressão de uma cronologia.

Mas se pensarmos melhor, veremos que nenhum episódio apresenta continuação, com exceção dos episódios especiais, como o de Acapulco. O que nós faz crer que não há passagem de tempo na série.

3 – Acapulco ou Guarujá ?

Este com certeza é o mais fácil, mas sempre tem um que insiste em fazer essa pergunta.
No primeiro episódio das férias todos dizem que estão indo viajar para o Guarujá, mas no segundo se cita Acapulco, destino real da turma. Essa troca de nomes na dublagem aconteceu por causa de uma antiga determinação do SBT de "abrasileirar” os termos utilizados nos seriados.

Essa determinação apesar de parecer ridícula foi boa, pois através dela vimos um episódio onde há uma aula de história brasileira marcada por célebres frases como:
“O que Cabral fez assim que, pois o pé em território brasileiro?
-“Colocou o outro. Se não ele iria cair.”

4 – Onde mora o Chaves?

“Em um episódio, antes da festa de ‘Boa Vizinhança”, numa conversa com Quico e Chiquinha, Chaves revela o óbvio. Que ele não mora dentro barril, e sim em outra casa na vila a de número oito, com outra pessoa, só que Chaves tem a fala cortada pelo pai de Chiquinha no momento de revelar quem é a pessoa, Então já sabemos onde ele mora, agora com quem? Ainda é um mistério.

5 – Qual o número do apartamento de Dona Florinda?

Nem sempre número de da casa de Dona Florinda foi o 14. No episódio dos “inseptos”, e no qual Chaves quebra a mesma lâmpada várias vezes, o número do apartamento da Dona Florinda é 42.
E pra complicar ainda mais, no episódio do “filme do Pelé”, do dia de São Valentin e dos Namorados, o número é 24! Esses dois episódios são do final de 1978/79, logo depois de Carlos Villagrán sair do Chaves para estrelar seu próprio seriado, Frederico, na Venezuela.

6 – Quantos anos deve ter o dono da venda da esquina?


Não se sabe nada sobre esse personagem, a não ser que ele tem uma venda na esquina. Mas não sabemos em qual esquina, já que a rua em frente à vila mudou 3 vezes:
Já foi só uma calçada, depois teve muros baixos uma curva e carros, e por último perdeu a calçada. O dono da venda da esquina deve ser um senhor centenário já que uma vez ,Seu Madruga, afirmou que quando criança vendia garrafas para ele.

7 – Qual é o verdadeiro nome de Chaves no seriado?


Mais uma vez isso foi quase revelado. Em outra conversa com Seu Madruga, Chiquinha e Quico. No episódio da casa da Bruxa do 71.Seu Madruga afirma que não se deve dar apelidos as pessoas,então Chaves diz que ninguém o chama pelo seu nome verdadeiro, quando perguntado por Chiquinha qual é o seu verdadeiro nome ele diz:
“-Meu verdadeiro nome é…” E outra vez o garoto é rapidamente interrompido, deixando mais uma incógnita no ar.

Por: Franz Beckenbauer

O Consumismo Pop

on 15:20


O consumismo está em todo lugar e todo mundo faz parte disso. Não adianta darmos início a discussões sobre certo e errado porque a boa verdade é que todo mundo tá dentro.
Hoje, só quero falar sobre o consumismo dentro da música, que pode ser chamado de "Consumismo Pop".
O "Consumismo Pop" consiste em gostar de um determinado artista só porque todo mundo gosta, só porque tá na moda e não por causa do talento musical em si.
Geralmente, as vítimas do Consumismo Pop "amam" seus ídolos, vestem-se como eles, compram tudo relacionado à eles, entram em brigas por causa deles, defendem seus amados artistas com unhas e dentes sem ao menos conhecê-los. Algum tempo depois, apresentam exatamente os mesmos sintomas por outro artista, que subitamente aparece na mídia tomando o lugar do anterior.
Essa é a ditadura do Consumismo Pop: sugar. Sugar sua energia, seu tempo, seu dinheiro e depois lançar um novo artista no mercado para fazer exatamente a mesma coisa de novo, mas com um novo nome e uma nova moda.
A culpa, na maioria das vezes, nem são dos artistas em si, mas de quem está por trás deles, dando todas as dicas de como ser destaque na mídia por um tempo, antes que todos se cansem. E ultimamente todos se cansam muito rápido.
Posso dar exemplos claros de "febres" que hoje em dia não passam de lembranças e, em alguns casos, nem isso. Uns foram esquecidos, outros ainda estão na ativa, mas não são tão lembrados quanto antes. Você com certeza deve conhecer:
RBD
Spice Girls
Banda Calypso
Banda Djavú
Backstreet Boys
N' Sync
Britney Spears
High School Musical
É O Tchan
Hanson
Pitty
Felipe Dylon
Sandy & Júnior
Pedro & Tiago
Pussycat Dolls, e por aí vai, a lista é imensa.
Será que daqui um tempo ainda vamos nos lembrar de Lady Gaga, Justin Bieber, Restart, Luan Santana e tantos outros? Vamos ver, o tempo vai mostrar.


Luuh Fishsketch

O que anda entrando pelos seus ouvidos?

on 15:55


Como diz o ditado: Quem canta seus males espanta. Legal!
Mas será mesmo verdade essa frase? Quem canta O QUÊ espanta QUAIS MALES? Melhor parar para pensar. É, meu irmão, melhor abrir teu olho para não acabar levando marmita surrada e pensar que ta mandando um manjar!
MÚSICA SUBLIMINAR, nossa grande questão. Essa vilã vai fazendo vítimas por onde passa e o pior, muitas vezes sem nem ser percebida. Certamente você já ouviu pelo menos uma coisinha a respeito do assunto. Talvez nem deu bola e ainda achou que quem te falava tava marcando, mas não era não. It’s real! E tu vai perceber isso ao longo da matéria e ver que quem tava marcando era você.
Caso esteja se perguntando: “pô, mas afinal, que coisa é essa? Como vou saber se to ouvindo uma coisa que quer dizer outra?” Calma, sua resposta está a caminho e de bônus ainda vai um kit básico de sintomas da música subliminar.
Bem, na verdade, para se falar disso precisaria de um livro todo, mas o AB Channel te dá com EXCLUSIVIDADE, uma ajudinha de introdução aqui no Ideia Teen.
Subliminar, de acordo com meu dicionário (que não é Aurélio) significa “imediatamente abaixo do limiar da consciência.” Entendeu? Não? Eu explico.
O mal é tão sujo e encardido que não tem coragem de se mostrar como é de verdade, precisa aparecer escondido e, no caso da música, no meio da letra, ou do ritmo, melodia, harmonia. O subliminar então é algo que aparentemente não se percebe, pois a nossa consciência não capta. Já o inconsciente, que é muito mais esperto do que se possa imaginar, não só capta, mas faz uso disso. E daí surgem os sintomas.
Se está escondido não é bom, pois o que é bom é mostrado sob a luz, sem medo. MUITO CUIDADO: advirto que as mensagens malignas dessas músicas podem fazer coisas desde te deixar pra baixo por minutos até o desejo compulsivo e incontrolável de pular no pescoço de outra pessoa (no mínimo) sem motivo. Isso é muito sério!
Nosso cérebro é uma máquina tão perfeita e complexa que nenhuma outra criada por mãos humanas pode chegar a seus pés. Essa super máquina serve de base para uns congos muito espertos espalharem suas podres ideias pelo mundo e de quebra fazerem muito sucesso e ganharem dinheiro às suas custas, às custas da sua alma.
Alma, parte do ser humano relativa aos sentimentos. O que você ouve vai fazer ela dizer o que sente. O que você sente vai dizer o que ela anda ouvindo.
Como ex-vítima da música do mal, posso dizer com certeza sobre. Alguma vez já se sentiu mal, incomodado, com dor de cabeça, ao ouvir uma música, em geral que você curtia, achava da hora e tal? Pois eu já! Com quem? Mettalica! Todas as vezes que eu ouvia parecia que minha cabeça ia cair de tanta dor e sentia coisas que deve sentir um drogado: tontura, lerdeza, sóóó...
E sabe aquela musiquinha linda que tu ouve e sente vontade de chorar sem razão, afinal, é tão linda e romântica... Te deixa naquela de “nasci pra sofrer, ninguém me ama, o mundo é mal e cruel...” Na real, ela não é linda, é maligna! Ela foi feita pra te deixar nessa fossa mesmo. Pra te fazer sentir a mesma coisa ruim que o cara que escreveu sentia e talvez se curou com uma picadinha na veia, com um beck.
Mas o maior sinal é aquela música idiota que não sai da sua cabeça de jeito nenhum, por mais que você tente. Elas sempre fazem isso. Muitas costumam não ter nexo algum e é por isso que quem está cego, ou melhor, surdo, não quer acreditar que uma música tão inocente seja consagrada ao mal.
Sabia que você pode ter pesadelos horrorosos, se sentir perseguido ou odiado por ouvir músicas erradas? E aquelas palavras sem sentido e engraçadas que você gosta de repetir podem ser nomes de demônios, adoração a demônios ou sinais deles?
É, os sintomas são os mais diversos possíveis: nervoso, estresse, medo, sono, tristeza, vontade de fazer coisa errada, violência, interesse por coisas profanas, aceitação das coisas que a música diz sendo que antes discordava, vontade de estar morto, hiperatividade, “alegria”, desespero, vontade de ficar cantando, moleza, culpa, mudança de visão de mundo, vontade de ser igual ao artista, horror de solidão, negativismo, pensamentos obscenos, estímulo a ser sensual, ficar com a língua afiada, ansiedade e por aí vai... Se sente uma dessas coisas ao ouvir suas músicas queridas, se liga!
Mas não seja mané de querer escutar o que você já sabe que é do mal só pra se testar, é mais que burrice.
Antes de declarar que gosta de uma música, faça uma análise e veja se você não está se passando por cano de esgoto, recebendo você sabe o quê. Fique ligado, esse tipo de música foi feito para te fazer de bobo e se você não muda de atitude, o mal consegue o que quer.
E para não te deixar no ar sem opção do que ouvir, ouça gospel, é ótimo em todos os sentidos, inúmeras vezes mais elaborado e não há risco da sua cabeça estar se entupindo de esgoto.
Priscila Correia

Simplesmente música

on 14:32


Todos sabemos que a música é uma arte milenar e que, ao longo da história vem sendo utilizada para os mais diversos fins.
No início do catolicismo, ela era considerada como um elemento pagão, pois as cantadas pelos monges utilizavam sempre as mesmas notas, de forma cansativa, e tinham por finalidade a meditação. Aos poucos, foram sendo aceitos os instrumentos, para atrair mais fiéis.
Durante o período dos impérios, ela passa a ter outras finalidades, pois são usadas tanto dentro da igreja, como em bailes da nobreza (e em algumas festas pagãs e muito “impuras” do império romano.)
A música clássica é um importante exemplo de música voltada para as artes (como o caso da famosa 9ª Sinfonia de Bethoven).
Enfim, a música foi e ainda é, usada para muitos fins, como religiosos, revoltas, manifestações, sensuais, baixarias, romances, infantis, educativas, etc.
Eu, particularmente, gosto dos mais variados tipos de música, como: dance, rock, gospel, pop... E como cada tipo de música causa uma reação, dependendo do estado, prefiro um tipo.
Mas devemos ter cuidado com o que escutamos, às vezes as letras podem conter mensagens ruins. O cuidado deve ser maior com as crianças, devido às influências boas ou más que as músicas podem trazer.
De qualquer forma, música é uma arte que deve ser preservada, para alegria e expressão de todos.
Deixo agora dois exemplos de músicas para que parem e pensem no tipo de mensagem que cada uma pode trazer.
Música 1: Vento do Espírito – Aline Barros. A letra, a melodia, é uma ótima música, confiram.
Música 2: Qualquer música com alta conotação sexual, presente principalmente no funk.

Tina Vegastar